7.2.10

reposição da ordem

a esplanada do jardim da estrela reabriu: lá fora são apenas as clássicas mesas e cadeiras de metal, verde-escuras e soltas umas das outras; dentro, é a madeira, de cores e formas diferentes, num estilo sem estilo, que mistura country, alternativo, vintage, veggie e, creio, é o responsável pelo ligeiro ar de desmazelo do novo espaço, apanágio de qualquer sala realmente confortável; há revistas num carrinho, sopa e pratos relativamente baratos e muito possíveis. mas o teste final só acontecerá com o pequeno almoço, no próximo domingo.

5 comments:

  1. Onde é? Desculpe meu espírito interior, ele não é dado a levar consigo passaporte.

    Mas me chama a atenção desse tal "ar de desmazelo" do lugar. Meu recanto, meu quarto e sala, deveria trazer um lembrete na porta: "não se importe com o ar de desmazelo...".

    Aliás, almoço de domingo é como um um encontro as escuras: em bons trinta minutos se descobre quase tudo (da pessoa, do lugar...).

    Bom teste!

    Papoético:
    aturlitera.blobspot.com

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  2. tem razão, espírito viaja sem passaporte. mas pode levar mapa. então, o jardim da estrela, de seu nome civil “jardim guerra junqueiro”, é um belo jardim romântico de Lisboa, em frente da basílica da estrela (se calhar também tem outro nome mas, se tiver, eu não o conheço) uma igreja situada no largo que fica no topo da calçada da estrela.

    quanto ao que não se descobrir no ALMOÇO às escuras, de domingo, é garantido que vai aparecer, às claras, no PEQUENO-ALMOÇO de segunda feira.

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  3. zm: concordo. e concordo tanto que até chamo a autoridade de walter benjamim para quem toda a ordem seria "uma situação oscilante à beira do precipício".
    quanto ao resto, acho que sim, se os comentários continuarem a falhar, mudo os settings e o blog passa a funcionar sem comentários. o que, como tudo, tem vantagens e desvantagens...

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  4. O que não anda funcinando com os comentários?
    ...

    Eu sempre penso, no meu caso, que quando leio algo comento apenas caso eu tenha algo relevante a compartilhar (ainda assim penso que pouca coisa do que falo seja realmente tão relevante assim). Então, deixo o dono dos meus sentidos mais primitivos a responsabilidade e esqueço um tanto das razões pelas quais escrevo. Escrevo, comumente, quando sou levado a isso por um alguém "fora", mas que me participa.

    E gostaria que assim os fizessem todos que escrevem comentários: com a responsabilidade de uma criança em processo de alfabetização - sem medo do erro.

    Mas como, na maioria dos casos, isso não ocorre aceito quando os cometários não funcionam (se é isso que você quis dizer). E prefiro o silêncio de todos.

    Ps. Belíssima a passagem de W. Benjaim sobre (des)ordem.... rsrsrsr

    Abraço!

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  5. pp: obrigada tanto. o problema dos comentários é uns entrarem e outros não, sem eu perceber porquê. acho que nunca atinei bem com os settings desde que passei à moderação.

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