2.3.10

a visita do superego

queria agradecer, publicamente, ao superego pelo vagar da sua visitação, ali na casa de seu pae, onde a ocupação tanto a desacompanha no atravancamento da memória: todos os dias do verão flechas certeiras a pique no terraço, as noites perfumadas, arco de veludo muito tenso - poemas de arco em flecha, ou seria poesia? os mosquitos, o altifalante das touradas - "hoje há carne de porco, ou seja porca", até a joy se lembra mais do que eu, e de que parte do cérebro vem o sr. henriques afinal adamado com uma dama naturalmente... eu tinha essa noção sabes mas era então tão miúda, os sentimentos não passavam de cheiros e pressentimentos. só agora tenho a certeza tanto quanto. mas desculpa o desvio associativo, SE, que o que eu te venho dizer, por intermédio deste poste, afinal desviado menos do que era devido, depois mando fotografia, era do seu prazer  quotidiano na tua submissão, era no fundoassiná-la como quem  se reconhece, e apetece tua amante e tua escrava. 

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