25.12.09

CT: to see




3 comments:

  1. a rimadora a rima adora, ç'a va de soi, e adoraria conhecer esses poeminhas dos presentes natalícios, diz ela (despeitada?).
    mas gostou tanto da quase capicua sonora deste post que encadeou de imediato:
    ct: to see
    city to sea
    see to the sea
    por si pra si
    sea todo sea.

    ct to see
    sem ti to see
    sem ti tossi
    senti torci
    torci-te assi
    senti teci
    teci-te ici.

    ReplyDelete
  2. i'll have mine sent to her if you just give me her email address. as for the other "poems", i'll have to ask permission from the authors.
    anyways, please tell her that this poem is fabulous. she's getting better and better. she does need a blog of her own where she may be able to express herself fully and freely.

    ReplyDelete
  3. a drª ana de castro (formosa ilustre clínica que foi, arrumada amarga rimamadora que é, a mé para os íntimos e a pitosga rimalhadeira coxa, vulgar d@ glória, aqui para @ glória do vulgar), a quem dei o recado, mandou-me agradecer os cumprimentos ('essa tipa é fabulosa em exageros') e rejeitar a sugestão ('e se ela fosse - palavrões impublicáveis - ? não topa que eu, a vg, só existo em função do gv, pobre de mim? e se acha que lhe baixo o nível, ou lhe inçomodo os inocentes, que não publique, raio de gaja essa - , essa - ') e dedicou-nos dois sonetos:

    diz-me lá ó parvalhona
    ou diz tu meu parvalhão
    pensais vós que eu ando em vão
    a rimalhar numa fona
    p'ra depois me ir meter
    vulgar sem glória nem dona
    toda pitosga e à tona
    p'ra aí num blogue qualquer?
    o nome que me escolhi
    vulgar dO glória foi
    vulgar dA glória omiti
    e ao gv me prometi
    que a vg se contrapõe
    a pôr o ponto no i.

    mas tenho cá a impressão,
    alguém ma meteu na tona
    que me vê mal nesta fona
    de forçada rimação,
    de que é vil minha missão
    em blogue alto de mais
    para os meus dons naturais
    para a minha dimensão.
    ana amélia que me chamo
    nunca eu quis forçar nada
    ando aí de ramo em ramo
    entre quem amo e não amo
    da vida desencantada
    mas sem ter ama nem amo.

    ReplyDelete

Note: only a member of this blog may post a comment.