22.11.09

duas em uma

invejo bastante a relação de grande intimidade que a g. tem consigo própria. não me parece que ela se sinta sozinha nos dias de chuva. é como se estivesse casada. ou tivesse uma irmã. esté.

9 comments:

  1. esté?

    recebi daquela nossa comum amiga rimalhadora coxa e chata:

    sabe a rimalhadora, que a conhece,
    ser g. irmã de mais irmãs que uma.
    casou com tod@s e com tod@s tece
    sororidade e casamento em suma.

    intimidade tem a g. consigo
    com el@s e com a chuva. não comigo?
    ao abrigo?
    não obrigo.

    ...pretensiosa e chata que é a coxa!

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  2. delirante. deliro com coxa. delírio de coxa.
    esperanço ser apresentada.
    promessa de sororidade, subtil irmandade.
    também não obrigo.
    muito menos contigo.

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  3. pnde se lê 'irmandade' deve ler-se 'intimidade'

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  4. a chata da rimalhadora coxa chamou-me estúpido e ralhou comigo aos gritos, que lhe roubei o rascunho enquanto procurava rimas em igo e mandei o 'poema' antes de ela o terminar. parece que a segunda 'estrofe' seria assim:

    intimidade tem a g. consigo
    com tudo e tod@ e também comigo
    tudo somos o Menino Jesus dela
    a sua 'quotidiana vida de poeta'.

    e que a não chateasse com a mudança de rima e ritmo dos dois últimos 'versos', que o caeiro - disse - esse é poeta a sério, faz o que quer e não rima com ninguém.
    que chata de gaja. devia era preocupar-se com aquele 'em suma' forçado da primeira 'estrofe'. haja quem suma 'em suma' da rimalhadora e lhe dê rima não tão confrangedora. (parece que estou a rimalhar também. isto pega-se?)

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  5. tanto dá, es con usted.
    (china ainda nada mas continuo à espera)

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  6. "é assim";-) :
    na minha opinião
    g. anda a pecar
    coxa rimalhadora a metaforar
    eu a topar
    os outros a navegar.
    é o mais que sei rimar
    pensei noutra rima rica - em ão
    mas só saía um palavrão.

    (será verdade que wittgenstein disse de nietzsche que o mal dele era masturbar-se demais?) :-)

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  7. eis os factos
    1. wittgenstein a gritar numa trincheira: « Oh mon Dieu, je me masturbe ! ».
    2. na mesma ordem de ideias há a carta que wagner escreve ao médico de nietzsche, em itália, dizendo: "vous devez savoir que le véritable problème est qu’il se masturbe!"
    eis a fonte
    Thomas Laqueur (autor de Making Sex, 1990 e de Solitary Sex, A Cultural History of Masturbation, 2003) em entrevista à revista "vacarme" (http://www.vacarme.org/article399.html)
    do lado feminino foi, que eu saiba, rachel maines quem estudou o assunto, em the technology of orgasm (ver página da autora em http://courses.cit.cornell.edu/rpm24/)

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  8. não sei linkar nos coments. peço desculpa pelo trabalho extra a que obrigo os mais industriosos, ou os mais estudiosos, na história cultural do onanismo

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