28.6.10

(des)encontro

9:30. rossio da trindade, café baluarte.
sentada na esplanada à espera da bica, vejo o sr. martins sair da sua loja electrodoméstica e dirigir-se-me de mão estendida:
ele - então como está?
eu - com muito trabalho...
ele - vê-se pela mão!

3 comments:

  1. não sei se rir se chorar...

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  2. eu também por momentos não soube se havia de revelar ou de esconder a verdadeira origem da aspereza...

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  3. ah! quanto gostaria eu, pràqui inútil inutilizado inutilizável(?), de ter ásperas as mãos por e/ou para alguma coisa de agradável e/ou útil. enfim! brrr

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