23.5.10

afinal

não é exactamente escrever aquilo que me salva – o que é realmente dotado de natureza salvífica é o desejo de escrever.*

* tanto durante a prolongada encomenda da alma como aquando da breve colocação do corpo na gaveta, uma quase obsessiva descrição, em mentalês, do que (não ) estava a viver, foi silenciando toda a inquietação através da repetição, meio alucinada, de palavras e de frases.

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