2 months ago
9.10.10
como uma criança
j'aime regarder fixement les choses até elas se tornarem vagas e indeterminadas a ponto de se confundirem umas com as outras.
5.10.10
2.10.10
30.9.10
29.9.10
28.9.10
net happiness
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26.9.10
antes do inverno
há-de chegar cá a casa um grande pássaro cujas penas, de diferentes madeiras coloridas, imagino já a flutuar levemente sobre a minha cabeça. no exacto lugar da ventoinha.
casa
o sol baixo que torna a sala grande bonita. a biblioteca tranquila depois de arrumada. a luz e o silêncio são o esplendor da manhã.
à tarde, depois do sol rodar, a música que também convive com o silêncio. será então outra casa e outro eu.
agora é ainda o prazer de andar à roda, descalça, da penumbra para a claridade, do fresco para o quente, da pedra para a madeira - diferentes as cores e as texturas dos tapetes. o milagre de ver de forma inaugural o mil vezes familiar.
à tarde, depois do sol rodar, a música que também convive com o silêncio. será então outra casa e outro eu.
agora é ainda o prazer de andar à roda, descalça, da penumbra para a claridade, do fresco para o quente, da pedra para a madeira - diferentes as cores e as texturas dos tapetes. o milagre de ver de forma inaugural o mil vezes familiar.
25.9.10
ave!
prenúncio de arvoredo.
(texto, cortado em dois, do poema Ilha, de Rui Cinatti, in Uma Sequência Timorense, Lisboa: Ed. Pax, 1970
(texto, cortado em dois, do poema Ilha, de Rui Cinatti, in Uma Sequência Timorense, Lisboa: Ed. Pax, 1970
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