2 months ago
24.7.10
21.7.10
mudam-se os tempos ficam as vaidades
- há quem esteja hoje no facebook como quem dantes estava à janela: a ver a rua de dentro de casa...
- e a meter-se com quem passa!
- e a meter-se com quem passa!
19.7.10
L'air de la bêtise
Mère des gens sans inquiétude
Mère de ceux que l'on dit forts
Mère des saintes habitudes
Princesse des gens sans remords
Salut à toi, dame Bêtise
Toi dont le règne est méconnu
Salut à toi, Dame Bêtise
(...)
Mère de ceux que l'on dit forts
Mère des saintes habitudes
Princesse des gens sans remords
Salut à toi, dame Bêtise
Toi dont le règne est méconnu
Salut à toi, Dame Bêtise
(...)
18.7.10
13.7.10
9.7.10
auto-retrato
<iframe src="http://www.google.com/calendar/embed?src=g1mg5rjn6gfiac44g3qessv180%40group.calendar.google.com&ctz=Europe/London" style="border: 0" width="800" height="600" frameborder="0" scrolling="no"></iframe>
é o bicho
quem me dera poder dizer, como a leonilde, que me desbicho. e daí... calhando, até posso que nem tenho eu feito outra coisa nestes últimos tempos* senão desbichar.
* on second thought, não tem sido só nas últimas semanas - então e na última década pós transplantação? isto para não falar nos anos anteriores, mais de colheita, nem nos anteriores aos anteriores, talvez de plantação. e no mato? eu até em criança devo ter desbichado por aqui e por ali. e será que viver há-de ser outra coisa que não seja desbichar-se? é isso, até porque só depois é que hão-de vir os bichos de que a gente não se consegue desbichar.
* on second thought, não tem sido só nas últimas semanas - então e na última década pós transplantação? isto para não falar nos anos anteriores, mais de colheita, nem nos anteriores aos anteriores, talvez de plantação. e no mato? eu até em criança devo ter desbichado por aqui e por ali. e será que viver há-de ser outra coisa que não seja desbichar-se? é isso, até porque só depois é que hão-de vir os bichos de que a gente não se consegue desbichar.
5.7.10
na travessa das almas
pernoita uma alma atravessada num sofá cor de sangue (de boi): aila! aila! aila!
4.7.10
(re)encontro
com esta pessoa, perdida na longa duração do tempo, acontece, inesperado e fulgurante, na curta dimensão do espaço.
Subscribe to:
Posts (Atom)
